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DINAMARCA: COVID-19

Conheça os constrangimentos, medidas de relançamento da economia e oportunidades de negócio na Dinamarca decorrentes da COVID-19.

PRINCIPAIS CONSTRANGIMENTOS PARA AS EMPRESAS

Restrições à entrada no país. A partir de 21/4, a Dinamarca volta a abrir as fronteiras para países com taxa de incidência inferior a 40 (países "amarelos"). Estrangeiros (não residentes) provenientes de outros países, apenas podem entrar no país mediante apresentação de comprovativo de motivo atendível (ex. reuniões de negócios, transporte de mercadorias, etc.). Todos os viajantes deverão apresentar um teste COVID-19 negativo (PCR ou antigénio) realizado, no máximo, 24 horas antes da entrada no país e realizar ainda, à entrada no país, um teste rápido nas instalações disponíveis para o efeito. Excepto para viajantes provenientes de países "amarelos", quarentena obrigatória de 10 dias na chegada ao país, podendo este prazo ser reduzido após teste PCR negativo, realizado após o quarto dia de permanência no país. Para mais informações, consultar Acordo sobre reabertura gradual das fronteiras dinamarquesas.

  • Voos semanais (diretos) entre Portugal e Dinamarca: TAP (CPH-LIS, 2 voos), SAS (CPH-FAO, 1-2 voos), Ryanair (CPH-OPO, 2 voos, a partir de Maio), Norwegian (CPH-LIS/FAO, a partir de Junho).
  • Obrigatoriedade do uso de máscara e distância de segurança em espaços públicos (transportes públicos, supermercados, etc.).
  • Proibição de ajuntamentos. No. máximo de pessoas (espaços fechados): 10, a partir de 21/4; 25, a partir de 6/5; 50, a partir de 21/5; 100, a partir de 11/6. No. máximo de pessoas (exterior): 50, a partir de 21/4; 75, a partir de 6/5; 100, a partir de 21/5; sem limite, a partir de 11/6.
  • Reabertura de cafés e restaurantes (esplanadas e espaços interiores) (23h-5h), com livre acesso ao espaço exterior e com reserva e "passaporte COVID" (comprovativo de infeção prévia, de teste negativo realizado, até 72 horas antes, ou de vacinação), para o espaço interior.

 

APOIO ÀS EMPRESAS NO MERCADO

O governo e parlamento dinamarqueses aprovaram diversos pacotes de ajuda dirigidos a todas as empresas na Dinamarca com um número de identificação CVR (Business Registration number), incluindo empresas estrangeiras com representação no país, nomeadamente:

  • Pacotes de apoio para startups
  • Esquemas de garantia de empréstimos para PME e grandes empresas
  • Regimes de garantia para PME e grandes empresas exportadoras
  • Alargamento dos prazos de pagamento de IVA e outras contribuições fiscais de forma a proporcionar maior liquidez para as empresas
  • Esquema de apoio a operadores de viagens

Para mais informação, consultar Copenhagen Capacity - Relief Packages for Businesses, Virksomhedsguiden - COVID-19 - Restrições e recomendações para empresas e/ou contactar linhas de apoio.

 

CONSELHO ÚTEIS ÀS EMPRESAS

Nos últimos anos, tem-se observado uma tendência crescente das empresas dinamarquesas para deslocalizar a respetiva produção da Ásia para a Europa. A pandemia veio reforçar esta tendência, uma vez que permite um maior controlo de toda a cadeia de valor. Esta mudança deve-se não só ao aumento dos custos de produção na Ásia, mas também à maior facilidade de comunicação, flexibilidade e capacidade de resposta dos fabricantes europeus, devido à proximidade cultural e geográfica, que proporciona uma maior competitividade e controlo de qualidade.

Neste sentido, a procura de fornecedores europeus tem aumentado, mas existe ainda uma margem significativa para melhorias, nomeadamente na gama de bens de consumo de alta qualidade (p. ex. calçado, vestuário, têxteis-lar, mobiliário). Por outro lado, devido ao confinamento e encerramento das lojas físicas, tem-se verificado um aumento das compras nas plataformas online, nomeadamente no sector da moda, desde o início da crise de COVID-19. Prevê-se que esta tendência se mantenha, o que pode proporcionar oportunidades para as empresas portuguesas entrarem no mercado.

Desta forma, recomenda-se que as empresas portuguesas invistam fortemente em estratégias digitais. O impacto da crise de COVID-19 no fornecimento de alguns produtos, nomeadamente do sector agroalimentar, provenientes de países do sul da Europa, também pode representar alguma abertura no mercado dinamarquês para a introdução de produtos portugueses.

 

SITES RELEVANTES

Nota: Tendo em conta o rápido desenvolvimento da pandemia COVID-19 e dos seus impactos na economia dos diversos países, a informação constante nesta página poderá não corresponder à totalidade da informação do mercado disponível e poderá ficar temporariamente desatualizada.

Última atualização: 26 de abril de 2021.

As empresas clientes da AICEP poderão contactar os respetivos Gestores de Cliente que lhes poderão fornecer informação adicional ou mais detalhada.