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MACAU: COVID-19

Conheça os constrangimentos, medidas de relançamento da economia e oportunidades de negócio em Macau decorrentes da COVID-19.

PRINCIPAIS CONSTRANGIMENTOS PARA AS EMPRESAS

Governo da RAEM mantém a proibição à entrada de estrangeiros e não residentes em Macau, com exceção para estrangeiros residentes na China continental e mediante situações específicas para atribuição de visto. Período de quarentena, para entrada no território, é 21+7 dias.

Esta situação tem impossibilitado as visitas ao mercado por parte das empresas portuguesas e dificultado a deslocação de expatriados portugueses de e para Portugal.

Os esforços do governo da RAEM para a inoculação da vacina, em grande escala, junto da comunidade local, não tem gerado grandes resultados. A taxa de vacinação em Macau é de apenas 13,3%. O Governo da RAEM já anunciou que, sem imunidade coletiva no território, as ligações com o exterior continuam impossibilitadas.

A recuperação na entrada de turistas, na sua totalidade, provenientes da China continental, tem sido gradual. Contudo, sem a vacinação em grande escala não é esperado que o número de visitantes alcance os valores pré-pandemia antes de 2023.



APOIO ÀS EMPRESAS NO MERCADO

  • Lançamento de um novo pacote de estímulo ao consumo da população através de atribuição de um vale de consumo no valor de € 1.040 (MOP 10.000) para residentes e € 625 (MOP 6.000) para não residentes.
  • Pacote de medidas anticrise, destinado a empresas e população, no valor de aproximadamente € 2,72 mil milhões (MOP 20 mil milhões), em fevereiro 2020.
  • Segunda ronda de medidas de apoio económico no valor de aproximadamente € 5,68 mil milhões (MOP 50 mil milhões), em abril 2020.
  • Criação de um Fundo específico de apoio ao combate à epidemia no valor de € 1,14 mil milhões (MOP 10 mil milhões), em abril 2020.
  • Isenção de quarentena para cidadãos chineses que residem na China continental, mediante apresentação de teste negativo para coronavírus.
     

CONSELHOS ÚTEIS ÀS EMPRESAS

Apesar da economia de Macau ter sido uma das mais afetadas pela crise provocada pela pandemia a nível mundial, com o PIB a sofrer uma queda de 56,3% em termos reais ente 2019 e 2020, o território está bem posicionado para sobreviver a esta crise, devido às elevadas reservas fiscais e externas. Este é um dos motivos que levou a agência de notação financeira Moody’s a manter, no seu último relatório, a notação de crédito da RAEM na categoria Aa3 (alto grau de investimento e sujeita a um risco de crédito muito baixo).

Uma vez que permanece a impossibilidade de viagens de prospeção a Macau, devido aos constrangimentos à entrada de estrangeiros no território, este é um momento oportuno para identificar parceiros e estudar o mercado. Aconselha-se às empresas portuguesas a aposta nos canais de comunicação digitais, promovendo reuniões com contrapartes locais com recurso a plataformas como o Zoom ou Whatsapp, participação em edições online de feiras e webinars sectoriais.


 

SITES RELEVANTES

Nota: Tendo em conta o rápido desenvolvimento da pandemia COVID-19 e dos seus impactos na economia dos diversos países, a informação constante nesta página poderá não corresponder à totalidade da informação do mercado disponível e poderá ficar temporariamente desatualizada.

Última atualização: 27 de maio de 2021.

As empresas clientes da AICEP poderão contactar os respetivos Gestores de Cliente que lhes poderão fornecer informação adicional ou mais detalhada.